terça-feira, 28 de março de 2017

Tapioca é no Nosso Sítio

Uma pessoa não pode morrer parva, não é? Então, vamos lá experimentar tapioca da boa no restaurante Nosso Sítio. É restaurante, é bar, é um ótimo sítio para estar e desfrutar tanto de uma refeição como de um final de tarde. A zona é sobejamente conhecida, em Telheiras, na rua dos bares. E em vez de a malta se decidir pelas normais tostas mistas, porque não uma tapioca? O bom da tapioca é que é saudável e vejam só este pormenor: há tapiocas doces e salgadas. Não é formidável?
Não sou a melhor pessoa para vos falar de tapioca, mas só sei que a que provei estava divinal. 
A semana passada, a convite de uma amiga, fui lá almoçar. Pedi uma tapioca de pato. Estava deliciosa! 
O que dizer mais? Vou lá voltar para degustar os outros recheios e deliciar-me com a tapioca de nutella ou tapioca de pastel de nata. Eu sou gulosa, já sabem, mas afinal tapioca é saudável. 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Sushi dos Sá Morais

O trocadilho do nome deste restaurante é bastante feliz, bem como o espaço, os empregados e a comida. E vamos lá ao que interessa... 
Dia de semana, em pleno centro de Lisboa, decidi ir forrar o estômago com sushi. Como sabem, nestas horas em que a saudade de comida japonesa aperta, decido-me pelo simples sushi@home, mas desta vez o desafio foi outro. 

O Sá Morais fica na rua Castilho, entre o Marquês de Pombal e o Rato.  
Apresentaram-me uma tábua com o menu de almoço e já nem procurei mais. Seguiu-se depois uma experiência bem agradável de sabores. Primeiro, chegou a sopa miso, da qual gostei muito, uma entrada crocante de carne com molho agridoce/picante e o prato de sushi e sashimi. 
Inicialmente pensei: "vou ficar com fome", mas aquelas 16 peças deixaram-me satisfeita até ao final do dia. O preço, tendo em conta a qualidade do peixe e do serviço prendeu-se nuns 15 euros, com apenas água a acompanhar. 
Tenho ideia de regressar, mas ao jantar com mais calma para puder desfrutar de outros pratos que ali possam servir. Vamos nessa! 

terça-feira, 14 de março de 2017

O Capitanga

Estive duas vezes no restaurante Retiro do Capitanga e é um lugar que deixa vontade de regressar sempre e sempre. É conhecido pelos churrascos e pelas boas doses que apresenta e pelas filas de espera. Mas, no final, vale muito a pena! 
É um lugar familiar e simples, sem grandes protocolos. Mesas corridas com bancos corridos e sirva-se uma boa refeição! 
Desta última vez, já quase perto das 15 horas, consegui arranjar lugar em 10 minutos. Mesmo àquela hora, o restaurante estava cheio, mas também era um sábado. E ainda vi algumas famílias chegar depois de me sentar. 
Os pratos servidos foram alheira e entrecosto, acompanhados com batata frita e salada. Mas o chamariz, desta vez, foi para a entrada: o queijo "grelhável". O grelhável é piada minha, mas o queijo vai mesmo à grelha e fica com um toque bem gostoso. 
Uma nota, o restaurante fica em Odrinhas e não tem (ou não tinha quando lá fui) multibanco. E a caixa mais perto fica a 3 km, na Terrugem. 

terça-feira, 7 de março de 2017

Estive pelo bolo do caco...

Aproveitei o intervalo entre o primeiro e o segundo semestres para dar um pulo à Madeira. Uma ilha que andava há anos para conhecer e finalmente fez-se a oportunidade. 
E não desiludiu! Desde as pessoas, passando pela paisagem, até à comida... surpreendente!
Fiquei numa casa do airbnb, onde o proprietário, o Albino, foi muito prestável e, apesar de nunca me ter cruzado com ele, indicou sítios de cortar a respiração e deu dicas para uma boa refeição madeirense.  
Por falar em comida... as melhores espetados em pau de louro com tiras de milho frito são no restaurante Santo António, em Câmara de Lobos. (Sem qualquer dúvida e não sou só eu que o digo) Fenomenal, assim como o atendimento. E a acompanhar, uma garrafa de Planalto que ajudou a recuperar energias depois da caminhada fabulosa entre o Pico do Arieiro e o Pico Ruivo (o ponto mais alto da ilha). 
E, claro está, o famoso prego em bolo do caco com uma uma brisa maracujá ou uma Coral fresquinha. O sítio escolhido, o restaurante Panorâmico, tinha uma vista sobre Câmara de Lobos muito interessante tanto de dia como de noite. Um espaço simples com gente simpática e conversadora. Vendem bolos do caco para levar.

Apesar de não ter sido o meu sítio preferido, no Funchal encontra-se o Mercado dos Lavradores, um espaço onde se agrupam bancas com alimentos regionais. Há maracujás de todas as cores e sabores; há frutos secos aos pontapés, há flores, há legumes e fruta comum (vá), há especiarias... e há também o princípio de se praticarem preços estupidamente caros. É uma zona muito turística e acaba por perder com isso. Estive pelo Funchal meio dia e não tive vontade de lá regressar. 
A poncha... bom, a poncha bebida junto ao mar a ver o pôr-do-sol é de uma quase perfeição plena. Há poncha em grande parte dos cafés e bares por que se passa, portanto é só escolher. No entanto, eu fiquei pelo Paúl do Mal. Autêntico pela vista!
Uma curiosidade: agradou-me bastante a batata doce que comi num café ainda antes do centro do Funchal, num café de esquina, banal, mas com uma batata doce deliciosamente cozida durante três horas no forno.
Fora a comida, as paisagens são verdadeiros quadros de natureza real que nos fazem sentir pequenos, mas que nos fazem voltar. 

segunda-feira, 6 de março de 2017

O regresso... ou não!

Há uns meses valentes que não deixo aqui algumas considerações. Tenho-me cingido à republicação no Facebook de algumas notícias relacionadas com alimentação. E apostei no Instagram como forma de mostrar as minhas habilidades pela cozinha. Mais fácil e simples! 
Fez um ano, nos finais de Fevereiro, que iniciei este blogue e, com ele, o chamado e tão famoso Whole 30. Nestes últimos 12 meses, tentei fazer este programa alimentar mais 2 vezes sozinha mas, sem sucesso! Ou com um sucesso razoável!
A primeira vez ocorreu em Novembro, antes dos exageros habituais do Natal. Fi-lo por apenas 15 dias. E sucumbi aos desejos de um gelado em plena madrugada de inverno. 
A segunda vez, não tem muito tempo. Na realidade comprometi-me a fazê-lo, mais uma vez, no mês de Março, mas chegou o sábado e a coisa descambou. Foram 4 dias. 
Fazer o whole sozinha é um trabalho extremamente ingrato e penso que esse é o meu maior problema, porque não há ninguém com quem falar nos picos de glicémia ou que, pelo menos, perceba a dificuldade que é dizer NÃO às pessoas que nos enchem de propostas tentadoras. Falar é importante e foi isso que ajudou a primeira vez que fiz o whole. 
Posto isto, fico contente por ter feito o whole há um ano atrás. Exigiu um foco e concentração gigantes, que me ajudaram em outras tarefas da minha vida. 
Percebo agora o que determinados alimentos fazem ao meu corpo, mas o meu problema continua a ser os pequenos-almoços e os lanches de onde se extraem suspiros por bolos e bolinhos.
A ausência de treino é algo que quero combater e possivelmente o regresso ao blogue prende-se com o regresso aos treinos e um novo tema para este sítio. Vamos ver! Andamos em progressos... 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Arroz, arroz, arroz...

Ora então... hoje o assunto é arroz. 

Perto do El Corte Ingles há um restaurante onde o ingrediente principal é, clara está, o arroz. 
Os pratos são com arroz, mas atendem a alguns pormenores como no menu aparecerem sugestões sem glúten, sem lactose ou vegan. E não são poucos!
Do meu lado, fiquei satisfeita com o espaço, embora o atendimento tenha sido lento, tendo em conta o tempo limitado que há à hora de almoço durante a semana para comer. Mas, os pratos são muito na onda gourmet e das refeições saudáveis.
Assim sendo, como entrada provei pão sem glúten com homus e para prato principal escolhe salmão em arroz selvagem. Estava... bom! E fico-me por aqui. Ainda provei o croquete de arroz recheado com espinafres e ovo escalfado e o wrap de frango. Para não deixar que o almoço acaba-se assim, troquei algumas dentadas com a mousse de lima com crumble de de arroz tufado. 
Como diz o ditado, "em Roma, sê romano", decidi acompanhar o peixe com um chá de arroz. Sabe a canela.
Btw, o sítio chama-se Rice Me.








terça-feira, 11 de outubro de 2016

Comida Fenícia... em Portugal!

Perto do hospital de Santa Marta, há um restaurante fenício. 
O normal é ir a restaurantes indianos, chineses, japoneses... agora fenícios nunca tinha ouvido falar. E eis que decidi pesquisar mais sobre esta cultura, cuja civilização se instalava na atual Líbia, Síria e norte de Israel. O forte dos fenícios não era a comida, excepto pelo vinho, mas destacaram-se pelas manobras comerciais no seu tempo, em meados de 1500 A.C.. 
Regressando aos dias de hoje... no restaurante há que destacar, em primeiro lugar, o espaço, acolhedor e agradável; de seguida, o atendimento que versou pela simpatia; e, por último, a comida que se mostrou apetitosa e com sabores diferentes daqueles a que as minhas papilas gustativas estão habituadas.
O menu... bom... fiquei ser perceber o que escolher e acabei por perguntar ao dono o que recomendava. Apareceu-me com uma estrutura pesada em metal em forma de árvore, onde constava o pão fenício e os respetivos molhos e acompanhamentos, entre eles uma salada fria, umas bolinhas panadas com algo no interior do que não me recordo e uns folhados super gulosos. Quase que fiquei bem com a entrada, mas segui corajosa para o prato principal: borrego com batata assada, arroz e salada. Parece um prato tipicamente português, mas o melhor são os condimentos: iogurte, paprica, picante... Não consegui chegar à sobremesa, mas fica para outra oportunidade, certamente!