segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Arroz, arroz, arroz...

Ora então... hoje o assunto é arroz. 

Perto do El Corte Ingles há um restaurante onde o ingrediente principal é, clara está, o arroz. 
Os pratos são com arroz, mas atendem a alguns pormenores como no menu aparecerem sugestões sem glúten, sem lactose ou vegan. E não são poucos!
Do meu lado, fiquei satisfeita com o espaço, embora o atendimento tenha sido lento, tendo em conta o tempo limitado que há à hora de almoço durante a semana para comer. Mas, os pratos são muito na onda gourmet e das refeições saudáveis.
Assim sendo, como entrada provei pão sem glúten com homus e para prato principal escolhe salmão em arroz selvagem. Estava... bom! E fico-me por aqui. Ainda provei o croquete de arroz recheado com espinafres e ovo escalfado e o wrap de frango. Para não deixar que o almoço acaba-se assim, troquei algumas dentadas com a mousse de lima com crumble de de arroz tufado. 
Como diz o ditado, "em Roma, sê romano", decidi acompanhar o peixe com um chá de arroz. Sabe a canela.
Btw, o sítio chama-se Rice Me.








terça-feira, 11 de outubro de 2016

Comida Fenícia... em Portugal!

Perto do hospital de Santa Marta, há um restaurante fenício. 
O normal é ir a restaurantes indianos, chineses, japoneses... agora fenícios nunca tinha ouvido falar. E eis que decidi pesquisar mais sobre esta cultura, cuja civilização se instalava na atual Líbia, Síria e norte de Israel. O forte dos fenícios não era a comida, excepto pelo vinho, mas destacaram-se pelas manobras comerciais no seu tempo, em meados de 1500 A.C.. 
Regressando aos dias de hoje... no restaurante há que destacar, em primeiro lugar, o espaço, acolhedor e agradável; de seguida, o atendimento que versou pela simpatia; e, por último, a comida que se mostrou apetitosa e com sabores diferentes daqueles a que as minhas papilas gustativas estão habituadas.
O menu... bom... fiquei ser perceber o que escolher e acabei por perguntar ao dono o que recomendava. Apareceu-me com uma estrutura pesada em metal em forma de árvore, onde constava o pão fenício e os respetivos molhos e acompanhamentos, entre eles uma salada fria, umas bolinhas panadas com algo no interior do que não me recordo e uns folhados super gulosos. Quase que fiquei bem com a entrada, mas segui corajosa para o prato principal: borrego com batata assada, arroz e salada. Parece um prato tipicamente português, mas o melhor são os condimentos: iogurte, paprica, picante... Não consegui chegar à sobremesa, mas fica para outra oportunidade, certamente!

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Pelo sushifactory encantado

O Lx Factory não é o meu lugar de eleição, mas já estive pelo Sushi factory algumas vezes e fiquei bastante agradada com a qualidade do sushi. É pena, de facto, o atendimento. (talvez seja para dar um estilo alternativo, digo eu!) 
Só lá fui almoçar em dias de semana e o restaurante esteve sempre cheio. Não conheço o interior do Sushi Factory, porque fiquei na esplanada, mas o tempo convidava a ficar na rua. 
Bom, da última vez que pisei o chão do estabelecimento a ementa foi a mais variada possível, dentro do estilo sushi fusão que está muito na moda. Vejamos: temakis, hot rolls, sushi e sashimi, claro está! Surpreendo-me a mim mesma por conseguir escrever este post sem ter de ir à ementa ver como se chama o quê. Isto só mostra que, ao longo dos tempos, me tenho tornado fã de sushi, o que, a julgar pelos primeiras degustações, é arrepiante.




sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Paella é no Faz Frio

Este é um restaurante que conheço há uns anos. O Faz Frio tem uma paella divinal, num espaço que passa despercebido. O pedido tem de ser feito com a antecedência suficiente para que o cliente possa chegar, sentar-se e desfrutar do prato acabado de fazer e aconselho que peçam para ficar num dos privados, pois conferem uma refeição bastante intimista. Por aqui fico... deixando-vos a prova para o fim-de-semana.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O bairro...

A viajar pelo recente e conhecido Bairro do Avillez devo dizer que fiquei maravilhada com as cores, os cheiros e os sabores da comida. Alimentos frescos e condimentos adequados para fazer palpitar o paladar mais enferrujado. 
O conceito prende-se por, num lado, servir tapas e petiscos e ainda haver a oportunidade de levar para casa aquele chouriço ou aquele queijo de que tanto gostámos; e, noutro lado, servir refeições, num clima imponente, mas descontraído, pelo requinte e pormenor da sala. Os empregados são simpáticos e atenciosos e não se limitam a colocar o menu em cima da mesa. Aconselham e procuram conhecer melhor quem lhes decidiu fazer uma visita. 
Os pratos escolhidos para entrada foram um camarão tigre e um carabineiro. Reconheço que estavam no ponto, com um sabor incrível, braseado suficiente e não demasiado grelhados. O molho que veio com o carabineiro era simplesmente apetecível. 
Para o prato principal, escolhi um arroz de peixe, muito fresco e cheiroso; também provei o bife de atum com salada de vinagrete e batata, que ofereceu um misto de quente e frio. 
Na sobremesa, quando a empregada Carina me falou em Maracujá e Côco, os meus olhos brilharam e disse: É isso! Adoro maracujá e adoro côco. Não podia ser melhor! O único reparo que faço é em relação ao côco, merecia ter um gosto mais acentuado através da textura que tanto gosto quando como o gelado de côco do santini. Sentir o maracujá com as lascas de côco era a cereja no topo do bolo. 
Para a mesa, ainda chegou um mil folhas de pastel de nata. Bom e bem apresentado, mas preferi o meu maracujá com côco. 
Uma ideia para celebrar o primeiro fim-de-semana de outono.  




segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Ó Eduardo...

Há algum tempo que oiço falar do Eduardo das Conquilhas, mas infelizmente apenas provei os pratos do espaço do mesmo dono no mercado de Carcavelos, intitulado Eduardo dos Petiscos. Espero que o original seja melhor do que este, já que o espaço sujo com guardanapos e garrafas de água no chão não me encantou.  

Continuemos... Domingo à tarde lá fui eu com ideias de comer um gelado e acabo por receber o convite de acabar o fim-de-semana com petiscos. E assim, chegaram à mesa: uma taça de mexilhões panados, choco frito, pica-pau de coentrada e ameijoa à bulhão pato. 
Os mexilhões estavam bons, apesar de eu não ter percebido onde se encontrava o pobre do animal; não gosto de chocos, logo não sei se estavam bons ou avariados; o pica-pau era entremeada, rija, e só sabia a vinagre; o que safou foi a ameijoa. Como disse, não fiquei encantada com o espaço, nem com o pessoal e muito menos com a comida. No entanto, a bola de gelado do Santini salvou-me o dia, como sempre! Para mim, a melhor gelataria do mundo! 




terça-feira, 6 de setembro de 2016

Nana - Petiscos

Parece que o calor continua e nada melhor do que petiscar a seguir a uma tarde de praia. O sítio escolhido (e bem escolhido) foi o famoso Nana, na Charneca da Caparica. Conhecia de nome o restaurante dos dois irmão gémeos. 
O restaurante tem um horário reduzido. Abre às 17 horas e fecha para descanso do pessoal às segunda-feiras, mas garanto-vos que está cheio de gente desde que abre portas. Nós tivemos sorte, porque chegámos à hora certa para arranjar mesa para 5 pessoas sem ter de esperar largos minutos. 
O espaço é acolhedor e muito à la mode praia, com chuveiros para os clientes tirarem a areia e o sal do corpo. Os empregados são eficazes e simpáticos, mas os petiscos são o melhor da casa. 
Há uma lista de delícias do campo, do mar... uma lista de deliciosos pitéus. Vamos lá então aos pratos escolhidos. 
   
Concha de camarão

Rissóis da Cláudia

Pica-Pau

Ovos de espargos com farinheira

Chouriço de porco preto
Esta é uma pequena amostra dos pratos que se podem encontrar no Nana e vale muito a pena. Pão com manteiga a acompanhar ou bolinhas para embeber o molho e muita simpatia. 
O preço final foram perto de 10 euros por pessoa, com bebidas e café, porque já não houve lugar para a sobremesa.