quinta-feira, 31 de março de 2016

Dia 30

Era então, estamos a menos de 48 horas do terminus do Whole. E começámos por um pequeno-almoço com ovos mexidos, bacon e maçã e um sumo de framboesa congelada e uma mini-banana. 

Andei muitos anos e olhar para os frutos silvestres de lado, mas agora não saio do supermercado sem passar pelas prateleiras onde desfilam framboesas, mirtilos e afins. Não tem um gosto muito fácil de ser apreciado, porém, depois de nos habituarmos, não queremos mais nada. O Lidl tem algumas promoções de frutos silvestres e aí aproveito para comprar a mais e congelar. São sempre caixas pequenas, mas também são frutos de consumo quase imediato. Para além do sabor distintivo, têm cores que fazem qualquer prato ficar bonito. Atenção às nódoas!

Como me esqueci de fazer comida ontem (o meu cérebro não dá para tudo), acabei por ir almoçar com o meu pai. Sempre com receio das ementas, até lá me dirigi curiosa. Cheguei e sentei-me à mesa, esperando que a senhora me abordasse com os pratos de dia. Aqui vai: "Há cozido à portuguesa, filetes..." Nisto o meu coração começou a palpitar até que ouvi "bifinhos de peru grelhados". Aí, os meus olhos brilharam como, em tempos, brilhavam por um éclair e pedi os bifinhos com salada. A senhora ficou contente, eu fiquei contente, todos ficámos contentes... até à sobremesa. "O que tem de fruta?" - perguntei. "Há salada de frutas, manga, papaia e maçã assada". Já dissertei sobre este tema num post antigo e retomo, mais uma vez. Não é que tenha muito razão de queixa, porque tinha algumas opções, porém, se tivessem visto a montra de doces ficariam tão indignados como eu fico quando me apresentam 3 opções de fruta (porque a salada de frutas nem entra para a conta, pela bomba de açúcares que representa). Taças de doce da casa, mousse de chocolate, baba de camelo, arroz doce, miniaturas de palmiers, pastéis de nata... Ficamos por aqui!


O jantar foi peito de frango grelhado com batata doce e pimentos padron. Bom!




quarta-feira, 30 de março de 2016

Pessoas lollipop

"Tu e essas dietas"
"Andas a passar fome"
"Comer ovos de manhã?"
"Só comes porcarias"
"Já se nota que emagreceste... 200 gramas"


O mais interessante é perceber que, se comesse bolos, pão com chourição e queijo, massas, croquetes e rissóis, croissants de chocolate, gelados, as pessoas nunca me diriam nada. Não se chegavam junto a mim a dizer: "Atenção, olha que isso faz mal. Estás a ficar gordinha", ou então, "Não achas que isso é açúcar a mais logo pela manhã?".   

Vejamos uma coisa, eu não passo fome e isto não é uma dieta, onde a sua definição implica emagrecer. Esta é sim uma dieta alimentar que me permite comer sem ficar mal disposta, cheia, enfartada. É uma dieta que tem objectivos específicos: limpar o organismo e ensinar as pessoas a comer. 
A pessoa que eu era com a comida no início do mês, mudou. Em alguns posts iniciais, assumi que não era uma cozinheira de mão cheia. Também não vou dizer que cozinho espectacularmente bem, porém, ao ver as dezenas de fotografias no meu blogue, orgulho-me de muitas refeições que fiz. Refeições que são saborosas, bonitas e saudáveis. Para quem não gostava de comer e não tinha muito jeito para cozinhar, não me portei nada mal. 

Pessoas... isto não é uma dieta, cujo objetivo é perder peso. Pode sê-lo, mas há quem o faço para engordar, como é o caso da Ritinha, uma das meninas que está no Whole comigo. 

Pessoas... eu não passo fome por comer ovos de manhã e verduras à hora do almoço. Eu alimento-me daquilo que preciso para ter energia, seja com maiores quantidades, seja com alimentos que me saciam mais do que outros. 

Pessoas... há o mundo das frutas frescas e dos frutos secos que ajudam nos intervalos entre as refeições. 


terça-feira, 29 de março de 2016

Dia 29

Vejamos, pela primeira vez, consegui sair de casa, ir a um café e tomar o pequeno-almoço. Confesso que o facto de ser cliente assídua me deu alguma vantagem, mas o resultado foi bem agradável. Tenho, por isso, de agradecer à Alda, a senhora tão simpática do café do Zé (Toca dos Coelhos) que me fez uns ovos mexidos e um chá verde. Juntei uma banana que encontrei na minha mala. (há de tudo na minha mala, comida principalmente) Apesar dos risos e caras estranhas consegui tomar o pequeno-almoço num sítio onde habitualmente (para não dizer sempre) peço uma sandes mista (porque lá o pão é divinal) e um galão. ahhhhhhhhhh
Vejam só: 

Para o almoço, recorri aos restos do dia anterior e acabei com o salmão com grelos e cenoura ralada. No entanto, os dois kiwis fizeram a diferença. Fiquei bem, satisfeita! O fundo da imagem é, nada mais nada menos, de que o tapete da zona de reuniões onde trabalho. Fui eu que escolhi o tapete. E, com isto digo que fotografar comida sob um tapete tem sido o pão nosso de cada dia, isto é, tapetes e comida funcionam, apesar da relação estranha. Atenção que só tiro fotografias, não como em cima dos tapetes. 


Chegámos ao jantar. Tardio, como sempre, mas apetitoso. Confesso, mais uma vez, que não tenho tido muita fome, ultimamente, mas sim vontade de comer "porcarias". Hoje, por exemplo, apeteceu-me ir ao Burger King e comer aquelas batatinhas fritas. Fiquei-me por um ovo estrelado, uma mini-banana e uma tangerina. Ovo estrelado e banana são uma combinação energética.
Já é tarde. Vamos dormir! 

Os erros no Whole e o que virá


Começam a findar os 30 dias deste programa alimentar e convenhamos que houve algumas falhas, nomeadamente na escolha de alguns alimentos. 
Comi ervilhas quando não era suposto e comi favas, que também não estão consideradas neste plano. 
Como disse a semana passada, acabei por comer arroz à Valenciana sabendo que o cereal não era permitido. Mas entre o mês que quase está a terminar, meia dúzia de ervilhas, umas favinhas e o arroz não distorcem a verdadeira essência do programa: a limpeza do organismo. 
Convenhamos que o ideal teria sido evitar esses alimentos, mas por desconhecimento ou não sinto-me bem com as escolhas alimentares que tenho feito ao longo das última semanas. 
O mais interessante, que já partilhei com as meninas do Whole e com alguns amigos, é que pretendo continuar com esta alimentação, com algumas alterações, obviamente. Não sei muito bem em que é que essas alterações vão incidir, mas claramente nos pequenos-almoços e os lanches, isto porque, como sabem, são as minhas refeições preferidas. 


Dia 28

Bom dia e boa semana! 

Na recta final deste programa alimentar ao qual chamaram Whole, tomei o pequeno-almoço em casa. Ovos mexidos com salmão fumado e maçã. É pena a imagem desfocada.

Ao almoço, o meu querido salmão no forno com grelos cozidos e cenoura ralada. Acabei por não comer tudo. Não tive fome, não comi, pronto.

Pelo jantar, escolhi polvo à lagareiro e só com o nome fiquei com água na boca. Mas foi um desastre. Sabiam a carvão todos os pedacinhos daquele molusco. Nunca escolham a segunda-feira para comer na rua. Se bem que este sítio em Carnide, para não mencionar nomes, até porque a Adega das Gravatas fecha à segunda-feira para descanso do pessoal, foi segunda opção. Ando para ir a um espaço cuja especialidade são os petiscos, mas sempre que já passei está cheio e a lista de pessoas a sentar parece não terminar. Vamos ver se é da próxima!

segunda-feira, 28 de março de 2016

Dia 24


Ao pequeno-almoço apreciei ovos mexidos com salmão fumado, algo que queria fazer há já umas semanas. Hoje concretizou-se. O sumo de morangos com framboesas juntou-se à festa ainda pela manhã.

Pelo almoço, frango com batata doce e uma tangerina. A tangerina fugiu da fotografia. Não gosta de ser o centro das atenções.

No jantar, com cheiro a semana de Páscoa, o caldo verde seguido de carne de porco com alface e maçã fizeram a noite antes da procissão do Senhor da Cana Verde.


Dia 27- Domingo

Dia de regressar a casa depois de um fim-de-semana prolongado e salpicado de descanso e boa disposição. A partida é sempre mais difícil do que a chegada, onde nos despedimos com beijos cheios de saudades e vontade por regressar depressa. 
Saí antes do almoço, mas houve tempo para comer uns morangos com os restos do jantar. (ovos com delícias do mar, salmão e cogumelos)

O almoço, embora tardio, manteve a tradição: borrego assado com rúcula e cenoura ralada. Sabia lindamente uma sesta, mas havia trabalhos da escola para fazer e para adormecer à noite é que eram elas. 
Curiosamente, o jantar foi bastante cedo. Talvez pelo cansaço acumulado dos últimos dias e pela vontade de dormir descansada. Fui até ao Ovvo, um novo espaço onde o principal ingrediente é o ovo. Há ovos com tudo e com todos. Eu optei por uma omelete de ratatui, que acompanhei com um sumo de laranja, manga e banana (acho que foi isto) da cadeira de comida Vitaminas. 

Dia 26 - Sábado

Fiz um pequeno-almoço com batata doce, meia banana e mamão.
Ao almoço, dediquei-me à dourada grelhada com salada de alface, courgette e pimentos salteados. Depois de poucas horas de sono e, porque estamos no Alentejo, uma verdadeira sesta. Na verdade, desperdicei a tarde na cama, enquanto havia um mundo de opções lá fora, mas a chuva convidou-me a deitar e foi tão difícil sair de lá. 
Pelo jantar, ovos com delícias do mar, salmão fumado e cogumelos. A sobremesa foram morangos e uma banana. 
A festa continuou pela noite fora com muita música e diversão. Mais uma noite de S. Gregório bem passada! 




Dia 25

Sexta-feira Santa!

A Páscoa é uma época de comunhão. Comunhão com a família e os amigos, comunhão connosco também e é época de tradições. Já não é novo que tenho origens alentejanas e esta quadra, como sempre, é passada por terras além Tejo. 
Mais um ano e as caras não mudam. Revemos amigos da juventude, que só vemos depois nas férias grandes, recordamos histórias, contamos e fazemos novas. Comemos e bebemos. Ri-se muito, mas também se chora quem já não está entre nós. É assim! É isto que a Páscoa nos traz. Isto e favas. Sendo sexta-feira Santa o costume de se comerem favas na minha família mantém-se. E nós mantemos-nos fiéis às favas com morcela ou bucho ao almoço. Há quem as acompanhe com salada de alface, mas eu aprecio-as simplesmente assim. 

O meu pequeno-almoço ficou por um ovo estrelado, batata doce e morangos. Uma combinação saborosa e energética. Isto porque decidi aproveitar o bom tempo do Norte-Alentejo para passear. A caminhada durou cerca de 3 horas e, no final, os 16 km percorridos de paisagem verde e fresca valeram bem a pena. 
Parece que renasço cada vez que olho para a imensidão dos montes, aprendo coisas novas com as lebres e os javalis que aparecem pelo caminho, ganho forças para subir e descer, saltar... o Alentejo torna-me mais saudável física e psicologicamente. 

Ao final do dia, porque em época de tradições, não se pode perder a hora do petisco. Para mim: ovos mexidos com farinheira. Para os restantes: chocos, queijo de ovelha e pão. Regados foram os traçados de vinho branco. O que eu gosto dos "traçadinhos". 

Pelo jantar e, já a pensar no papel que ia desempenhar na procissão do Enterro do Senhor, carne de porco com courgette e pimento. O caldo verde inicial aconchegou-me o estômago para mais uma caminhada pela Via Sacra. Bem sei que é dia que não se come carne, mas... geri mal as ementas desta época pascal.

A noite foi longa. A festa do S. Gregório na Banda Filarmónica da terra começou a seguir à procissão e só acabou perto das 6 da madrugada.
Especialmente para mim: hambúrguer com tomate e alface, por volta das 5 da manhã.
Não podia ter sido melhor! Boa noite e boa companhia! (como sempre)

quinta-feira, 24 de março de 2016

Comer em Banguecoque

Partilho convosco o prazer de ter visitado Chiang Mai, na Tailândia, onde a diferença horária, cultural, meteorológica e gastronómica apimentam o roteiro.

Depois de um pouco mais de 10 horas de viagem até Banguecoque, que curiosamente, não custa assim tanto porque podemos dormir, ver filmes, ver séries... comer, dormir, ver filmes, ver séries... ainda fiz mais 1 hora de viagem até Chiang Mai.

Lá sim nos apercebemos do que é comida picante e bem temperada e encontramos paladares bastante crocantes. :)

Hotel Resort Chiang Mai, onde fiquei, localiza-se numa rua onde, de um lado, há um restaurante e, do outro, as célebres lojas de massagens tailandesas. Estes espaços estão espalhados pela cidade, porta sim, porta não, e os preços vão variando consoante o espaço e o ambiente.

Não se deixem enganar pelo nome pomposo do hotel. Sim, é bonito mas não é caro. 
O único problema de visitar estes países longínquos é chegar até lá, porque o nível de vida é bastante barato. Barato e culturalmente diferente. As ruas são muito sujas, as pessoas vestem-se com simplicidade e são genuinamente simpáticas. Dei por mim a almoçar num restaurante e um rato passar aos meus pés. Continuei a comer...  

Pequeno-almoço

Neste hotel, há quatro menus para o pequeno-almoço, que escolhemos assim que fazemos o chek-in, bem como a hora a que queremos comer. Sim, porque levam-nos o pequeno-almoço ao terraço do quarto. É estranho, mas sabe bem acordar, ter a piscina a piscar-nos o olho e um pequeno-almoço colorido na mesa do lado de fora das janelas compridas.

Há panquecas e sumo de laranja, croissants com doce e manteiga, chá e café, mas também nos enchem um tabuleiro com iguarias da região: uma espécie de canja, fruta da época e umas coisas esponjozas que não fiquei fã. Mas esta refeição enche-nos a barriga para uma caminhada pela montanha, o lugar mais fresquinho para estar. 

Visitei Chiang Mai em Novembro, onde as temperaturas oscilam entre os 35º C e os 40º C e há muita, muita humidade. Deixo-vos um conselho: aluguem uma mota. O trânsito é caótico e, quando faz muito calor, a melhor forma de chegar a algum lado e apanhar ar é em movimento.

As outras refeições

Pelas ruas, quer seja dia, quer seja noite há bancas a vender comida. E as melhores comidas são mesmo desses sítios.
Depois de acomodada e de uma merecida sesta, o passeio pela parte de dentro das muralhas de Chiang Mai levou-me ao picante. Infelizmente, não tenho registo das refeições, mas o sabor do frango com legumes era maravilhoso. 
De resto, a comida foi aquilo que mais me surpreendeu. (e o calor!) Tal como nós, os tailandeses têm uma comida muito própria. Há países que não têm. 
Em Chiang Mai, os pratos são confeccionados especialmente para pôr à prova as nossas papilas gustativas. E quem tiver o paladar apurado vai saber do que falo. 

No tal restaurante, onde talvez sirvam partes de ratos misturadas no molho de soja, comi também bastante bem e provei dois tipos de arroz branco, que são servidos dentro de um plástico numas cestas de verga. Há, então, o arroz branco solto, semelhante ao nosso, mas aquele de que mais gostei foi o arroz branco em goma, que dá para ser comida à mão. Aliás, muito da comida tailandesa pode e deve ser comida com as mãos, ganha mais sabor e, no final do dia sob um calor de doidos, já ninguém tem paciência para pegar em talheres.

Já fora de horas, porque já passava da hora de almoço, chegaram à mesa uma espécie de farinheira, que eu confesso não saber o que lá vinha dentro, caril de frango (picante, claro), lentilhas e legumes cozidos que vêm, quase sempre, acompanhados por um molho provavelmente com tomate e muitas especiarias. Havia também frango frito que se acompanhava de dois molhos, um picante e outro mais agridoce. 
Aqui e ali vemos verduras, mas servem mais como decoração dos pratos do que para comer. 

Já em Banguecoque, onde há comida mais turística, recordo-me de comer umas ameijoas com molho demasiado intenso para o meu paladar ocidental. Experimentei também a sopa picante e, claro, água, muita água! 
Agora aquilo que, pelos vistos não é típico em lado nenhum da Tailândia, mas os turistas adoram: escorpiões. Infelizmente, o vídeo que comprovava esse momento alto da minha viagem perdeu-se e fica apenas o meu relato.
Penso (espero) que põem um molho qualquer por cima do animal, depois de assado. No fundo, não sabe a nada a não ser à brilhantina por cima das camadas crocantes. Sim, é crocante e tem uma penugem que o cobre, que não lhe confere muito apetite. mas no fundo comer escorpião é a mesma coisa que comer fritongos.
A viagem continuou depois pela capital, onde os pratos rodaram à volta do mesmo.
Mas para além disso, o mundo asiático apresenta uma imensidão escolhas que aconselho vivamente!  












Dia 23

Comecei por um puré de batata doce com kiwi e sumo de morangos com framboesa. (muito ácido)

Ao almoço, salsichas frescas com rúcula e ao jantar, frango com tomate apimentado de sal e coentros. 

terça-feira, 22 de março de 2016

Dia 22

Acordei deveras tarde, mas estamos de férias. E mereço!
Ovos mexidos com sumo de morango e mirtilos.

Ao almoço, atum com espinafres, pimentos padron, 3 tomates cherry e nozes.
Ao jantar, picanha com salada de alface, tomate e cenoura.

Dia 21

Comecei por um sumo de manga com laranja e ovo cozido com tomate.
 Ao almoço, bifes com cogumelos, puré de batata doce e tomates cherry.
 A meio da tarde, antes da aula de kizomba, um ovo estrelado, meia banana e framboesas.
Ao jantar, paella, no restaurante Faz Frio, no Príncipe Real. Fazem paella por encomenda e é simplesmente divinal. Sim, tinha arroz e sim comi arroz, mas não foi por estar doida por comer arroz. Simplesmente, aconteceu. Na realidade, esqueci-me que não podia comer arroz. Mas ainda bem que o fiz porque percebi aquilo que o arroz me faz ao organismo. Senti-me mais cheia, no fim da refeição, e sempre pensei que o arroz (cereal) não fazia tão mal como as massas, por exemplo. 
Lamentavelmente, não há foto a comprovar o facto. :) 

Dia 20 - Domingo

Hoje foi um dia atípico. Acordei bastante tarde e tomei o pequeno-almoço basicamente à hora de almoço, portanto as refeições saíram trocadas.

Ao pequeno-almoço tardio: sumo de ananás com mirtilos e dois ovos mexidos com bacon. Devia ter passado o bacon pela frigideira primeiro, mas soube igualmente bem. 


A meio da tarde, um chá de gengibre com erva príncipe. E em modo final de tarde, um petisco com gambas e ameijoas.





domingo, 20 de março de 2016

Dia 19 - Dia do Pai

Dia de festa!

Acordei tarde, embora quisesse ter ficado na cama pelo menos mais um par de horas. Como ia almoçar dentro de alguns quartos de hora, comi apenas uma banana assim que me levantei e, ainda bem que assim foi, senão não tinha conseguido comer aqueles lombinhos de robalo grelhados com legumes salteados. Para entrada, umas ameijoas à bulhão pato e umas fatias de presunto.  

O jantar foi um bom convívio com a malta do crossfit num restaurante chamado "Moínho Ibérico" para os lados do Magoito. A ementa: bife à moinho com brócolos e grelos. Mas um "senhor" bife. Dizem que dá para 4 pessoas, mas há meninos e meninas naquela mesa que o comeram sozinho. Na realidade, foram pedidos 5 bifes daqueles e ainda tiveram de vir mais 2. Os acompanhamentos variaram entre batatas fritas, arroz, grelos, brócolos... Para sobremesa, uma bela fatia de melão.