sexta-feira, 22 de abril de 2016

Os bolos dos gordos

A caminho do trabalho, entre o zapping pelas estações de rádio, gosto de ouvir a música que passa, as notícias da TSF e o programa da antena 1, "O Amor é..." com o Prof. Júlio Machado Vaz e Inês Meneses. As temáticas são as mais variadas e o estilo de conversa varia entre a formalidade das vozes dos intervenientes e a informalidade dos discursos. Deixo-vos aqui o programa de hoje, cujo tema foi "A população está cada vez mais obesa": O Amor é... (do dia 21 de Maio)

A dada altura diz-se que é mais fácil e mais barato comer mal. Ao que em voz alta no carro, eu disse: ERRADO. E prova disso foi a minha experiência com o Whole. Adiante!

Parece que os gordos não têm alternativa no mercado a não ser comer bolos ou passar fome. Os desgraçados ou vivem gordos a vida inteira ou têm de passar pela experiência horrorosa que é passar fome para perderem peso. A estes juntam-se os pobrezinhos que ou comem pratos pré-cozinhados ou morrem à fome. A sério?!

Vamos lá usar o cérebro. Comer bem implica construir uma alimentação variada que passa pela carne, frutos do mar, peixe, fruta e legumes. Custa mais a mudança do hábito, porque é mais fácil comprar preparados de alimentos e de comidas, do que cozinhá-las. Dá trabalho, mas é uma questão de hábito. E o nosso problema é sair das rotinas e não ver sair o dinheiro do bolso.

O problema é mais mental do que monetário e, prova disso, são as minhas compras para o Whole no mês de Março. (também o mês em que decorreu a Páscoa)

Nesse mês, fui duas vezes ao supermercado e gastei perto de 25 euros nas duas visitas (= 50 euros). Obviamente que muitas coisas tinha em casa, não posso precisar, mas poderei fazer esse teste mais à frente. No entanto, tendo eu, também os gordos ou os pobrezinhos terão, a não ser que vivam na rua.

  • Brócolos congelados - 1,35
  • Macedónia - 1,35
  • Delícias do mar - 0,89
  • 2 maçãs - 0,68
  • Pêras (1,5 kg) - 1,73   
  • Bananas - 0,96
  • Batata doce (1,232 kg) - 1,82
  • Frutos secos - 3,69; 3,19; 1,99
  • Filetes de salmão - 7,49
  • Espetadas de peru - 3,25
  • Peito de frango - 3,29
  • Ovos (1/2) - 1,48
Não foi só isto que andei a comer ou que comprei, mas no geral, fica a ideia dos valores dos legumes, das frutas, carnes e peixe.

Esta lista abrange todas as refeições, pequeno-almoço, almoço e jantar. Mas não leem leite ou pão e cereais. Não leem iogurte ou bolachas. E não senti fome e até perdi 4 kg. Portanto, comer saudável é possível e barato. Façam o teste e deixem de ser preguiçosos seus GORDOS!  

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Pequenos-almoços

Vamos lá ver o que andei a comer ao pequeno-almoço...

Segunda-feira, sinceramente, não me lembro, mas na terça-feira apreciei uma omelete de tomate e queijo fresco. Combinação fantástica! Faltava sal e assim, mas no cômputo geral (expressão que eu adoro) estava bom.

Quarta-feira, batata doce com queijo fresco e sumo de laranja com banana.

Quinta-feira voltei às panquecas. Desta vez, panquecas com farinha de mandioca, 3 ovos e leite de arroz. Era par
a ser leite de côco, mas quando abri a lata ele estava sólido. Não sei muito bem o que aconteceu no armário... Porém, o resultado foi igualmente saboroso. Esta receita é mais panqueca clássica do que a que coloquei há uns dias, no entanto faz o mesmo efeito. É uma panqueca mais seca, mais granulada, mas áspera, se quisermos. Até mesmo na frigideira, a massa é mais densa, mais sólida, mais panqueca. Mas eu gosto assim também, por isso, cozi maçã e juntei à panqueca do dia.

Sexta-feira recheada do meu mais recente vício: panquecas. Hoje, salgadas. Ovos mexidos cobertos com queijo mozzarella que derreteu assim que tocou nos ovos. ahhhh Sumo de laranja para bebericar. 


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Panquecas com farinha de tapioca

Esta receita foi-me dada por um amigo. Aliás, tive o privilégio de jantar uma valentes panquecas de farinha tapioca com presunto e queijo ralado. Estava simplesmente divinal. A particularidade desta receita é que nos remete à panqueca simples e clássica, como já havia dito num post anterior, o que nos dá margem para criar e inovar ainda mais no conteúdo da mesma. Propícia ao uso de alimentos salgados, em vez dos doces, mas tanto um como outro encaixam na perfeição. É uma questão de gosto!

 Alterei ligeiramente a receita por motivos de ordem técnica, mas a base é:

  • 4 colheres de farinha de mandioca
  • 3 ovos L
  • pitada de sal
  • bebida de côco a gosto
Em vez da bebida de côco (que eu não sei o que é) usei leite de arroz, mas o objetivo era usar leite de côco. Há estas duas opções. Das duas formas, o resultado é o mesmo. Belíssimo! 

De realçar que cozinhar panquecas com polvilho doce ou com farinha tapioca é ligeiramente diferente. A farinha vai absorver o leite seja de côco ou de arroz e vai criar um granulado, que é o que dá a consistência a este tipo de panqueca. No entanto, não aconselho a fazer grandes quantidades para guardar, porque, a meu ver, a panqueca perde algumas qualidades. É uma panqueca seca que serve bem como base para o almoço e para o jantar. Penso que para o pequeno-almoço e lanche, prefiro as panquecas com polvilho doce. Cá está,é uma questão de gostos!

Deixo algumas fotografias do momento alto do meu dia: fazer panquecas! 




terça-feira, 12 de abril de 2016

Comida radical

O trocadilho do título, tendo em conta o mote deste blogue, comida saudável, talvez não venha a ser assim tão bem conseguido mas vejamos como corre. 

Há 11 dias que voltei à minha alimentação normal, isto é, que deixei o whole. Já disse que a minha forma de comer se adaptou, melhorou, aliás. Não tenho comido massas ou arroz ou pão, simplesmente porque nem me lembro disso. Tenho comido queijo, queijo, queijo. Ainda não peguei nos meus ricos cereais com iogurte grego. Não percebo a razão. Simplesmente não tenho necessidade de os comer. Tenho optado pelas panquecas (sobre as quais dedicarei um post específico) ao pequeno-almoço com fruta, ou salgadas ao lanche. 

Mas até que ponto o Whole ou aquilo que tenho comido é comer de forma radical?

Tenho sentido que é assim que as pessoas veem o whole e forma como como. Cortar, restringir, deixar de comer os alimentos aos quais estamos habituados. E isto é dito com um peso gigante e colocam o acto de comer num patamar de dificuldade elevado, como se um verdadeiro desafio se tratasse. 

Penso que quem, há anos, come pratos recheados de hidratos simples e farináceos e laticínios com fartura se veja à beira de um abismo quando ouve falar em ovos ao pequeno-almoço e erva ao almoço e ao jantar. Porém, aqui o importante é que as transformações se façam de forma gradual, como eu fiz. Deixei o leite e o pão há mais de um ano; tomo suplementos alimentares e vitamínicos; percebo quais os alimentos que me fazem mais bem do que mal e se opto por um pastel de nata tenho noção de que preferencialmente uma maçã proporcionava-me uma maior satisfação a longo prazo. Mas não é por isso que o faço, porque sou gulosa, gosto de bolos, doces, biscoitos, GOSTO! Mas é giro perceber como funcionamos com e sem açúcar. E funcionamos muito melhor sem açúcar do que com ele, porém o mercado alimentar está virado para o consumo absurdo de açúcar que, a médio-longo prazo dá em asneira.

Voltemos ao que interessa!

Perdi 4 kg durante o whole e quando as pessoas ouvem este número surpreendem-se e perguntam: mas o que é que comes mesmo?! E quando falo em batata doce ao pequeno almoço começam a torcer o nariz. Eu também torci. Nos primeiros posts, em vários deles aliás, relatei a minha preocupação em relação àquilo que iria comer de manhã. Um mês depois continua a ser a minha refeição preferida e adoro saber que há crepes com babana e nozes para comer no escritório.

O propósito é comer bem, é saber comer! E isso é fácil e até pode ser divertido. Experimentem!!!

  

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Panquecas (para a Sofia)


Decido partilhar a minha última descoberta para um bom pequeno-almoço: Panquecas.
Na realidade, é uma ótima opção para todas as refeições e, principalmente, para quem não tem tempo a perder e/ou paciência para cozinhar. Só demora algum tempo o ato de as preparar, mas é uma solução que dura alguns dias. E há sempre a hipótese de congelar para mais tarde recordar.

Nota: se decidirem congelar, coloquem uma folha de papel vegetal entre as panquecas. Será mais fácil de se despegarem umas das outras posteriormente.


A receita que tenho feito foi-me dada pela Ritinha e é bastante fácil de fazer. 

Ora então:

- 1/2 de polvilho doce (há à venda nos hipermercados como o Jumbo - foi lá que comprei a minha embalagem de 250 gr.)
- 4 ovos
- 1/2 lata de leite de côco
- uma pitada de sal (opcional)

Na receita falta  3 colheres de óleo de côco, que se quiserem juntar não fica mal, mas como não encontrei quando fui às compras, fiquei-me pela leite de côco e fiquei-me bem. 

O truque está em colocar os ingredientes todos numa taça, mexer sem deixar grumos e ir vertendo a quantidade suficiente para cobrir o fundo da frigideira (anti-aderente, se possível. Senão passem com algum tipo de gordura no fundo do tacho).
Depois, é ser criativo!

Lasanha com massa de panquecas
A semana que passou juntei às panquecas frutos silvestres, ou banana com nozes, ou queijo, ou marmelada, ou presunto e queijo mozzarella... Há um milhão de hipóteses para compor as panquecas. Até podem comê-las simples. Para os mais gulosos e, recordando as ceias em família, em que era quase um ritual fazer panquecas depois do jantar, as divinas panquecas com manteiga, açúcar e canela! 
Divirtam-se e mandem fotos!


Outros bolos...

Na verdade, eu e a Joana só comercializámos um bolo de aniversário desde que descobrimos os nossos dotes para a pastelaria moderna. Posteriormente ao sucesso do nosso bolo recheado com minions, foi-nos encomendado outro semelhante, mas sem tantos bonecos amarelos, até porque a festa não tinha assim tanta gente. Aqui está ele: 


Bolo de chocolate com cobertura de chocolate, maltesers por todo o lado e velas coloridas, que dão um ar super divertido à peça em conjunto com os minions que, na altura, estavam sem boca. Penso que os destinatários do bolos gostaram, já que não sobrou nada para contar a história. Os minions creio que tiveram o mesmo fim do que os outros: foram comidos! 

O que é preciso é pessoas a fazer anos! 
Quanto à família, optámos sempre por alguns bolos de aniversário diferentes. 
Vejamos: 

Melhor Bolo de Chocolate do Mundo no aniversário de uma amiga
Bolo de  suspiro com morangos no meu 29.º aniversário
Travesseiro gigante no meu 28.º aniversário
Éclair gigante no aniversário da minha mãe

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Cake Design... O INÍCIO!

Este gosto pela doçaria não é de hoje. Deste pequena que guardo imagens da minha mãe na cozinha a fazer bolos e eu e os meus irmãos a ajudar ou a atrapalhar. Uns batiam as claras em castelo, enquanto a minha mãe mexia, ao lume, o doce de ovo, outros cortavam as maçãs... Havia funções para todos. Mas o momento mais alto não era o de retirar o bolo do forno, mas antes de o colocar na forma. O acto de raspar o tupperware com o "salazar" é universal e único na vida das crianças. Hoje em dia, ainda o faço. Houve tempos em que apenas fazia a massa para me puder lambuzar. 


Mas, então, como disse, o cake design é algo recente, pelo menos para o cozinheiro comum, de casa. A pasta de açúcar é usada há muitos anos lá fora, mas por cá, sempre gostámos de pôr a mão na massa e cozer bolos típicos como o bolo de laranja, o bolo de iogurte ou o bolo mármore. São clássicos e acompanham sempre bem ao lanche com um chá ou ao pequeno-almoço com um copo de leite simples e frio. Mas, a moda da pasta de açúcar começou a pegar e eu decidi experimentar no 55º aniversário da minha mãe. 

Fiz alguns testes relativamente ao recheio até que me deparei com dois sabores fantásticos: limão e frutos do bosque, separadamente. E como, após algumas degustações, os dois foram os vencedores, decidi fazer não um, mas dois bolos de aniversário. Foram 55 anos. Valia a pena! 
Por fim, a cobertura seria de pasta de açúcar (pensei eu ser a melhor opção). 
Confesso que a pasta de açúcar, neste caso, estragou a veia caseira dos bolos e que, o problema que eu e a Joana tivemos todos os anos desde que fazemos bolos à la mode cake design, foi o mesmo com que me deparei: a base em que assenta a pasta de açúcar. 
Para mim, a pasta de açúcar equivale à maquilhagem. Serve para pôr bonito, apenas e só isso. Porque, a beleza dos bolos tradicionais está no seu gosto interior. 
Os primeiros testes com a pasta de açúcar foram desastrosos. A massa rasgava e se não rasgava era porque estava grossa demais para ser comestível. O objetivo era cobrir os dois bolos, mas apenas fi-lo num, pois foi a quantidade de pasta com que fiquei depois de algumas horas a estragar pasta de açúcar só deu para um pequeno bolo quadrangular. 
Não vi vídeos explicativos, nem sei se havia na época. Talvez sim, mas nem me lembrei. Para a minha mãe e para os convidados o que contou foi a intenção. Os bolos estavam deliciosos, o recheio impecável, só a pasta de açúcar é que estragou a mesa.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

A minha irmã fez 26 anos

A minha irmã faz anos todos os anos. Possivelmente, se fizesse anos todos os dias eu e a Joana fazer-lhe-íamos um bolo diferente todos os dias, porque nós gostamos e porque é divertido ter um blogue cheio de bolos coloridos e bonitos. Mas, a minha irmã só faz anos uma vez por ano, e, como tal, só há bolos espectaculares uma vez por ano. Podíamos fazer bolos de aniversário para outras pessoas da família ou amigos, que com certeza aconteceu, porém, o boom do cake design estava a aconteceu e as oportunidades acabaram por ser estas. Passando este interlúdio inicial, chegamos ao ano seguinte ao bolo dos minions, já referido: 2015.
Eu e a Joana quisemos inovar, ser criativas. O objetivo era, novamente, fazer um bolo totalmente comestível, mas desta vez optámos por uma garrafa de gin. Porquê uma garrafa de gin? Porque, apesar do gin estar na moda, a minha irmã gosta de gin. Fácil! Gin, Gin, Gin... Aquela bebida que juntou novos e velhos e acompanha convívios em noites de verão. 


Mas o nosso problema do ano anterior manteve-se: qual é a base que vamos usar para fazer uma garrafa de gin? 
Problema que não acabou por ser resolvido, pois nem eu nem a Joana conseguimos usar o cérebro e chegar a pensar em algo duro o suficiente que aguentasse o peso da pasta de açúcar e os retoques e pormenores de uma garrafa. Posteriormente, a mãe da Joana falou-nos numa torta, mas o bolo já estava na mesa e os parabéns já tinham sido cantados.  
O resultado não foi mau, dada a dificuldade de fazer algo cilíndrico, mas confesso que fiquei desiludida com o resultado. Em vez de uma garrafa comestível, saiu uma placa de cartão coberta com pasta de açúcar. 
O bolo acabou por ser de pão-de-ló, que eu adoro, e cuja receita foi-me dada por uma empregada do liceu que frequentei em garota. Optei por dois níveis, porque era muita gente na festa de aniversário surpresa. Recheio de limão e cobertura de glacê ou calda de açúcar que aprendi a fazer na bimby. Algo fresco e fofo a juntar à animação e boa disposição da festa.
Este ano são 27 anos e... já temos ideias! 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Pós-whole


Ao longo do fim de semana dediquei-me a alguns prazeres que tinham sido eliminados por um mês. Nas duas últimas semanas senti alguns desejos, nomeadamente dos célebres pastéis de nata de uma pastelaria da minha zona com o nome "Marianita". Sim, eu já fiz o teste entre "estes" pastéis de nata e os pastéis de Belém e "estes" pastéis vencem com largos pontos de vantagem. Os fãs dos pastéis de Belém vão dizer que pastéis de Belém não são pastéis de nata, mas provem e saboreiem por si.

Como no domingo tive o prazer de dar a conhecer Lisboa e Sintra a uma amiga numa passagem rápida pela capital, deliciei-me com o melhor bolo de sempre: o travesseiro. A Piriquita mesmo com a chuva não assustou ninguém e as pessoas entravam e saíam, sentavam-se e levantavam-se depois de comer um ou dois travesseiros que acompanhavam ou com chá ou galão ou meia de leite. (nunca percebi a diferença entre um galão e uma meia de leite)


O resultado deste primeiro fim-de-semana após 30 dias de whole fez-me perceber que nunca vou voltar a comer como comia. As minhas refeições mudaram, mesmo já não estando sobre a pressão de comer whole.
Depois deste carregamento de açúcar voltaram as borbulhas e aquela sensação de saciedade imediata, ou seja, não me senti alimentada, mas gulosa.
Notei também que as quantidades às refeições diminuíram. Não preciso de comer tanto como comia. E se eu já comia pouco antes, agora como o essencial.

PS - comi mais do que bolos, mas a minha vida sem bolos não tem graça nenhuma! Até fiz uma pizza com base de massa quebrada com recheio de tomate, frango, passas, courgette e natas. Ótima! 

Vamos treinar!

Recordo que há mais de um ano que mudei a minha alimentação. 

A bem da verdade, o Crossfit mudou a minha forma de ver o exercício físico, a suplementação e a forma de comer. 

Foi um processo gradual e inconsciente, mas a dada altura dei por mim a falar de roupa de treino e suplementos alimentares; em alimentos pré-treino e pós-treino; comecei a falar em termos técnicos, a perceber como o meu corpo reage e no bem que isso faz à minha mente. 

E é por isso que, passados alguns meses, regresso aos treinos. Procurei novos espaços para treinar, pensei noutras modalidades, mas no final nada se comparou ao local e à modalidade que aprendi a gostar. 

Vamos treinar!
E fomos!

O resultado não poderia ter sido pior. Mas comecemos pelo almoço com as meninas do Whole.
Maravilhosa a lasanha que a Ritinha fez. Não usou as placas normais da lasanha, mas as camadas da sua receita de panquecas. Fofinha e deliciosa. E nada processado! Por fim, a sobremesa por que todas esperámos: bolo de chocolate, com recheio e cobertura de chocolate e maltesars a decorar, que também foram comidos. Tudo caseiro! Um bom ambiente de conversa à mesa, com boa comida e boa companhia.

O treino foi desastroso, porque perdi força, massa muscular, jeito... enfim! A minha dor antiga na omoplata regressou, o que me impediu de treinar no fim-de-semana, mas tudo a seu tempo.

Bolos Bé&Jô


Há algum tempo que andava para escrever sobre um pequeno hobbie, que começou vai fazer 3 anos. 
Desde há uns tempos para cá, temos ouvido falar em cake design e no mundo que se criou ao seu redor: enfeites, materiais, bolinhas, fitas, por aí adiante. Tudo para que o resultado seja sempre algo de espetacular. 

Ora então, o meu primeiro encontro com o cake design deu-se algumas semanas antes do aniversário da minha irmã. Eu e a Joana decidimos, já não sei bem como, fazer-lhe um bolo de aniversário. Mas decidimos arriscar e, como a minha irmã gosta muito dos minions, aqueles bonecos amarelos do filme o "Gru Maldisposto", pensámos: porque não fazer um bolo em forma de minion? Pior ideia de sempre, pensámos depois dos primeiros testes (como dá para ver). Mas, acabámos por concluir, que o problema não estava no envolvimento do bolo, mas no bolo em si, ou seja, a questão estava em arranjarmos uma base de apoio para famosa pasta de açúcar colorida.
Enquanto o tempo passava e o dia de aniversário chegava, eis que a Joana, que trabalha com crianças, viu uma delas a comer um mini-bolicao. E foi aí que ela encontrou a nossa base para moldar e começar a construir os minions. 
Nas vésperas do aniversário, mãos à obra. Não sei já quantas horas passámos na cozinha a olhar para vídeos e a tentar formar o nosso primeiro boneco. No final, o resultado foi bastante satisfatório. O bolo ficou magnífico, e pesado, mas valeram a pena todos os minutos passados a amassar, cortar, ajeitar os pormenores dos bonecos amarelos.
Tudo no bolo era comestível, deste os bonecos à fotografia. A piada foi exactamente essa. A aniversariante adorou e os convidados também. Os bonecos é que nem tanto, pois viram diversas partes dos seus corpos espalhadas pela longa mesa de jantar. Foram uns belos 25 anos!


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Último dia

Pois é, o que é bom acaba depressa! 
Passaram 31 dias desde que comecei a fazer o Whole. O programa é de 30 dias, mas como uma das meninas começou mais tarde, estendemos juntar mais um dia ao nosso calendário e, assim, acabar todas ao mesmo tempo. 
Em jeito de discurso Miss Universo - Março 2016 -, quero agradecer à Ritinha pelo desafio do Whole que me tornou numa pessoa diferente, mais consciente em relação à comida, mais confiante em relação àquilo que consigo comer e não comer... Foi uma jornada com momentos altos e baixos, mas é assim em tudo na vida, segundo se diz. Foi importante fazê-lo com alguém, pois sozinha teria sido mais complicado. Partilhámos diariamente as nossas refeições, as nossas vontades, as nossas fomes e tudo isso foi produtivo. Giro, giro é que as três vamos continuar com esta alimentação. Vamos regressar ao queijo e à aveia, mas o fundamental do plano fica. 

Dito isto, o pequeno-almoço: batata doce com 2 kiwis e uma tangerina. 
Ao almoço, peito de peru com couve, pimentos padron (os restos), cenoura ralada e nozes.

Ao jantar, mais peito de peru com um ovo estrelado e bacon. :)