quarta-feira, 18 de maio de 2016

Os frescos pequenos-almoços

Deixo-vos alguns dos meus pequenos-almoços nos últimos tempos. Tempos novos, frescos, com ares de montanha e mar. Pelo meio, uns crepes que recheados com tudo o que há no frigorífico são a melhor refeição do dia. Adoro pequenos-almoços, já tinha dito?  
Ovos mexidos com cogumelos e tomate
Bebendo chá
Tenho acompanhado grande parte das minhas refeições com chá. Não que não bebesse chá antes, aliás, como não bebo café, opto pelo chá há largos anos. Mas dou por mim a bebericar chá de manhã, à tarde e à noite, quente aquece, ou frio faz companhia. A seu tempo dedicarei um post ao chá. 

Salmão fumado com banana, nozes e sumo de laranja
Omelete com bacon, kiwi e amêndoas
Ovo estrelado com amêndoas, morangos e kiwi e chá 

terça-feira, 17 de maio de 2016

Porque só as cabras é que comem erva!

Os meus pais receberam uns amigos lá em casa este fim-de-semana. Malta de peso e com isto quero dizer que pesa tudo acima dos 100 kg. Não são gordos, é só pessoal que gosta de comer. Mas a questão nem está aí, mas na conversa que um deles estava a ter. 

"Vou fazer uma cirurgia para perder este peso", dizia o que pesava 133 kg e já tinha colocado uma banda gástrica há uns anos, mas que, pelos vistos, não sortiu efeito. À medida que ele acaba esta frase eu digo: e experimentar o whole, não? A malta passa um mês a comer carne, peixe, ervas e batata doce... E foi a morte do artista (a minha). Ligado ao campo desde sempre, o amigo dos meus pais arruma-me com "ervas comem as minhas cabras". E de soslaio perguntou ao meu pai que curso é que eu tinha para ter um blogue sobre comida de dietas. Ao que lhe respondi: tirei jornalismo e o blogue serve para escrever e nele encontra a minha experiência durante o whole. "Ah, mas eu já experimentei isso tudo". Sim, claramente acredito que um corpinho daqueles tenha mesmo passado um mês sem farináceos e açúcares. 

Bom, aqui o que está em causa não é a reacção, porque disso tenho ouvido muito, mas o juízo crítico que as pessoas fazem sem sequer conhecerem. Fazem tábua rasa e pensam que é tudo a mesma coisa. Mas não é!!! 
O mais importante a retirar desta conversa é o facto de que as pessoas preferem submeter-se a cirurgias do que perder tempo no cozinha e a comer de forma saudável. Preferem ficar sentadas no sofá do que ir para o paredão mexer o rabo. Mas isso é um disparate, diz a miúda que se licenciou em Jornalismo e não percebe nada de nutrição. 

quarta-feira, 11 de maio de 2016

As dietas da moda

Em tempos, a minha treinadora de crossfit, Amelia Tilden (aqui fica a sua página: Sudden Sweat), deu uma palestra sobre nutrição. Falou sobre a dieta do paleolítico, que está em voga, mas também da dieta por blocos ou Diet Zone.

Quanto à Dieta da Paleolítico há uma série de artigos na internet sobre o assunto. Desde há uns tempos que só se ouve falar disto. Deixo-vos o link do site do 24 Kitchen, onde há um programa dedicado à dieta do paleolítico. Há também alguns livros que me foram recomendados pela Ritinha, entre eles o "Energia Paleo", de Mark Sisson.

Vou-me deter agora sobre a Diet Zone.
Os benefícios para a saúde são vistos ao final de uma semana e com o passar do tempo mais sinais de uma vida saudável vão aparecendo. Principalmente para as mulheres, que sofrem com as oscilações hormonais do período, ter uma alimentação saudável é meio caminho para alcançar um equilíbrio emocional.

A base desta alimentação é comer por blocos ou porções. Blocos ou porções de proteína, carbo-hidratos e gorduras. Inicialmente não é fácil, porque há a necessidade de pesar a comida (e não comecem já a revirar os olhos) do mesmo modo que se faz para os bolos. (deixem a preguiça!)

Mas, a primeira coisa a fazer é calcular o número de blocos necessários por dia. E tal varia consoante a altura, peso, grau de atividade física... No meu caso, a Amelia Tilden tratou do assunto, mas na internet encontram a fórmula sem grandes problemas.

Calculado o número de blocos, mãos à obra. Eu tenho de ingerir 11 blocos diariamente, o que faz com que a minha distribuição de blocos possa ser mais ou menos isto:

Pequeno-almoço: 2
Almoço: 4
Snack: 2
Jantar: 3

A questão aqui é organizar o número de porções de comida consoante seja o nosso dia-a-dia. Ir adaptando os blocos consoante sejam as nossas necessidades.

Parece complexo, mas não é! É uma questão e hábito, só e apenas!

O ponto seguinte é perceber que os 4 blocos que terei de comer ao almoço não são 4 blocos de proteínas, carbo-hidratos e gorduras no seu todo, mas 4 blocos de proteína, 4 blocos de carbo-hidratos e 4 blocos de gordura per si, o que perfaz um total de 12 blocos só àquela refeição.
Mas agora perguntam: mas o número total de blocos ao final do dia não tem de ser 11? Sim, mas o número final refere-se apenas ao número de porções de proteína exigido, e não ao número de porção dos três componentes, senão iríamos passar muita fominha. E, como vão ver, o que não vai faltar na Diet Zone é comida.

Aliás, o melhor exemplo disso está no restaurante H3. Se repararem, o prato apresenta a porção de carne, depois o arroz ou batata frita ou esparregado e, por fim, a salada. Perfeita refeição por blocos. Façam o teste!


segunda-feira, 9 de maio de 2016

A Tabacaria

É um espaço pequeno numa esquina movimentada de Lisboa, no Cais do Sodré, cuja decoração faz parar quem passa. Muitos turistas, mas muitos portugueses espreitam e não resistem a tirar uma ou mais fotografias. É impossível não o fazer!!!

Lá dentro, as surpresas acontecem! Somos servidos por um barman com classe. O Tito é uma marca e faz a casa que representa. Num estilo dandy e num tom quente e simpático apresenta-nos ao mundo burlesco da Tabacaria com copos ornamentados, pratos belicosos e frascos de vidro antigos, jarras com rosas vermelhas sobre o balcão e um cesto de fruta ao canto, que ajuda na confeção de bebidas e dá um ar colorido em conjunto com os tons de madeira das paredes que nos envolvem.

Nas prateleiras, atrás de um balcão rústico, dispõe-se um número sem fim de bebidas que servem de material de trabalho aos famosos cocktails do barman de serviço.


O sorriso é o cartão de visita deste sítio no centro da cidade e a energia que emana faz querer estar, permanecer e voltar.

Tive o privilégio de entrar neste estabelecimento ao final de um dia de sol e ser a primeira cliente a experimentar uma sopa de couve-flor de caril e grão, acompanhada por couscous com pimentos, amêndoas e passas, feito pelo chef Max Rood. Confesso que o meu almoço não foi dos mais energéticos, mas este petisco soube-me pela vida. Uma mistura de sabores autêntica que saboreei em conjunto com um cocktail especial à la mode Tito.
Voltei ao espaço uns dias mais tarde e acabei por lanchar o bolo de laranja do dia com um soft drink, uma das pérolas de "A Tabacaria". Não podia ter sabido melhor!