terça-feira, 7 de março de 2017

Estive pelo bolo do caco...

Aproveitei o intervalo entre o primeiro e o segundo semestres para dar um pulo à Madeira. Uma ilha que andava há anos para conhecer e finalmente fez-se a oportunidade. 
E não desiludiu! Desde as pessoas, passando pela paisagem, até à comida... surpreendente!
Fiquei numa casa do airbnb, onde o proprietário, o Albino, foi muito prestável e, apesar de nunca me ter cruzado com ele, indicou sítios de cortar a respiração e deu dicas para uma boa refeição madeirense.  
Por falar em comida... as melhores espetados em pau de louro com tiras de milho frito são no restaurante Santo António, em Câmara de Lobos. (Sem qualquer dúvida e não sou só eu que o digo) Fenomenal, assim como o atendimento. E a acompanhar, uma garrafa de Planalto que ajudou a recuperar energias depois da caminhada fabulosa entre o Pico do Arieiro e o Pico Ruivo (o ponto mais alto da ilha). 
E, claro está, o famoso prego em bolo do caco com uma uma brisa maracujá ou uma Coral fresquinha. O sítio escolhido, o restaurante Panorâmico, tinha uma vista sobre Câmara de Lobos muito interessante tanto de dia como de noite. Um espaço simples com gente simpática e conversadora. Vendem bolos do caco para levar.

Apesar de não ter sido o meu sítio preferido, no Funchal encontra-se o Mercado dos Lavradores, um espaço onde se agrupam bancas com alimentos regionais. Há maracujás de todas as cores e sabores; há frutos secos aos pontapés, há flores, há legumes e fruta comum (vá), há especiarias... e há também o princípio de se praticarem preços estupidamente caros. É uma zona muito turística e acaba por perder com isso. Estive pelo Funchal meio dia e não tive vontade de lá regressar. 
A poncha... bom, a poncha bebida junto ao mar a ver o pôr-do-sol é de uma quase perfeição plena. Há poncha em grande parte dos cafés e bares por que se passa, portanto é só escolher. No entanto, eu fiquei pelo Paúl do Mal. Autêntico pela vista!
Uma curiosidade: agradou-me bastante a batata doce que comi num café ainda antes do centro do Funchal, num café de esquina, banal, mas com uma batata doce deliciosamente cozida durante três horas no forno.
Fora a comida, as paisagens são verdadeiros quadros de natureza real que nos fazem sentir pequenos, mas que nos fazem voltar. 

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